Mercados agrícolas abrem com ajustes e projeções
A soja operava em leve baixa na sessão noturna de Chicago
Os mercados agrícolas iniciam o dia com movimentos mistos nas principais bolsas internacionais, refletindo ajustes técnicos e novas projeções para a safra norte-americana. De acordo com a TF Agroeconômica, os contratos futuros de trigo operam majoritariamente em alta em Chicago, após dois dias consecutivos de ganhos.
O impulso vem da projeção do USDA, apresentada em seu Fórum Anual, indicando uma colheita menor de trigo nos Estados Unidos na safra 2026/2027. A falta de umidade nas Grandes Planícies do Sul, que afeta o trigo de inverno, reforça o viés positivo, mesmo diante da possibilidade de realização de lucros por parte de especuladores. O contrato março/26 avançava para US$ 565,00. No mercado físico, o trigo recuava 0,39% no Paraná, a R$ 1.161,04, enquanto no Rio Grande do Sul subia 0,32%, a R$ 1.069,52. No exterior, o trigo brasileiro de Rio Grande, 12,5%, era indicado a US$ 232.
A soja operava em leve baixa na sessão noturna de Chicago, pressionada pela realização de lucros, especialmente no óleo de soja, após três pregões de fortes ganhos. O contrato março/26 recuava para US$ 1.139,25. Também pesam o avanço da colheita no Brasil, as chuvas em áreas agrícolas da Argentina e a previsão do USDA de aumento de área e produção nos Estados Unidos em 2026/2027. No físico, Paranaguá registrava alta de 1,23%, a R$ 129,06.
- O milho apresentava leve alta em Chicago, com março/26 a US$ 427,25, sustentado pela projeção do USDA de menor área plantada e produção de milho forrageiro em 2026/2027 e pela expectativa em torno do relatório semanal de exportações. A valorização encontra limite na melhora das lavouras argentinas e na ausência de definição sobre o milho E-15. O dólar recuava 0,37%, a R$ 5,2192, enquanto o petróleo WTI caía 0,65%.









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