Preços do “boi-China” e da novilha gorda avançam R$ 3/@ em SP
Terça-feira (31/3), o animal padrão exportação chegou a R$ 360/@ e a fêmea jovem terminada a R$ 340/@, segundo a Scot Consultoria.
terça-feira (31/3), o “boi-China” e a novilha gorda subiram R$ 3/@ no mercado de São Paulo, para R$ 360/@ e R$ 340/@, respectivamente, de acordo com apuração da Scot Consultoria (valores brutos, no prazo).
O animal sem padrão-exportação, por sua vez segue valendo R$ 355/@, enquanto a vaca gorda paulista é negociada por R$ 325/@, acrescenta a Scot.
Segundo os analistas da Agrifatto, o mercado físico do boi gordo segue firme, com leve tendência de alta nas principais praças pecuárias brasileiras.
A estabilidade nas cotações, diz a consultoria, é sustentada pela oferta restrita de animais terminados, o que tem dificultado a formação das escalas de abate dos frigoríficos nacionais, hoje atendendo, em média nacional, apenas cinco dias.
A Agrifatto destaca ainda o bom desempenho das exportações brasileiras de carne bovina in natura, especialmente para a China, mesmo diante das medidas de salvaguardas impostas por Pequim, com distribuições de cotas direcionadas aos principais países exportadores.
“Caso o ritmo atual seja mantido, a cota chinesa de 1,1 milhão de toneladas pode se esgotar entre junho e julho”, prevê a consultoria.
No mercado futuro, os contratos do boi gordo encerraram o pregão de segunda-feira (30/3) da bolsa B3 com estabilidade na maioria dos vencimentos.
O papel para entrega em abril/26, porém, fechou cotado a R$ 365,85/@, com queda de 0,49% em relação ao dia anterior.
As vendas de carne bovina ao consumidor final, já pouco expressivas desde a segunda-feira anterior, seguiram lentas ao longo desta semana no mercado paulista, informa a Agrifatto.
“Esse padrão é típico da quaresma, período em que a tradição religiosa ainda reduz o consumo de carne vermelha na Semana Santa”, observa a consultoria.
Além do fator religioso, a restrição do poder de compra dos consumidores brasileiros também pesa, observa a Agrifatto.
Porém, diz a consultoria, é esperada uma recuperação mais consistente a partir da próxima semana, com a entrada da massa salarial de março, prevista para 08 de abril.
No atacado com osso, o cenário é diferente, afirma a Agrifatto.
A valorização da arroba restringiu os abates e reduziu a produção, enquanto frigoríficos de São Paulo intensificaram as exportações, principalmente para a China.
Com isso, diz a Agrifatto, parte das indústrias passou a comprar carne no mercado interno para suprir suas necessidades, incluindo dianteiro desossado, ponta de agulha (com e sem osso) e recortes para industrialização.
“A esperada paralisação dos abates na Sexta-feira da Paixão, possivelmente estendida ao sábado, reduziu ainda mais a oferta ao mercado doméstico”, relata a Agrifatto.
Na avaliação da consultoria, no curto prazo, não está descartado altas moderadas nos preços de produtos destinados ao consumo in natura, à desossa e à produção de charque.
Varejo/atacado
As vendas de carne bovina ao consumidor final, já pouco expressivas desde a segunda-feira anterior, seguiram lentas ao longo desta semana no mercado paulista, informa a Agrifatto.
“Esse padrão é típico da quaresma, período em que a tradição religiosa ainda reduz o consumo de carne vermelha na Semana Santa”, observa a consultoria.

Além do fator religioso, a restrição do poder de compra dos consumidores brasileiros também pesa, observa a Agrifatto.
Porém, diz a consultoria, é esperada uma recuperação mais consistente a partir da próxima semana, com a entrada da massa salarial de março, prevista para 08 de abril.
No atacado com osso, o cenário é diferente, afirma a Agrifatto.
A valorização da arroba restringiu os abates e reduziu a produção, enquanto frigoríficos de São Paulo intensificaram as exportações, principalmente para a China.
Com isso, diz a Agrifatto, parte das indústrias passou a comprar carne no mercado interno para suprir suas necessidades, incluindo dianteiro desossado, ponta de agulha (com e sem osso) e recortes para industrialização.
“A esperada paralisação dos abates na Sexta-feira da Paixão, possivelmente estendida ao sábado, reduziu ainda mais a oferta ao mercado doméstico”, relata a Agrifatto.
Na avaliação da consultoria, no curto prazo, não está descartado altas moderadas nos preços de produtos destinados ao consumo in natura, à desossa e à produção de charque.








Comentários (0)
Comentários do Facebook