Com o fim das tarifas de Trump, Brasil avança no mercado de carne bovina dos EUA
Exportações brasileiras da proteína in natura ao mercado norte-americano renderam US$ 589 milhões no 1º tri/26, um forte avanço de 61% ante mesmo período de 2025
Com a eliminação das tarifas abusivas impostas pelo governo Trump, o Brasil voltou a fortalecer a sua posição no mercado de carne bovina dos Estados Unidos, conforme mostram os dados oficiais de exportações no acumulado de janeiro a março deste ano, disponíveis no site da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e coletados pelo Portal DBO.
No primeiro trimestre de 2026, o mercado norte-americano respondeu por 14,8% do total da receita gerada com os embarques brasileiros de carne bovina in natura (refresca, congelada e resfriada), consolidando a posição de segundo maior cliente da proteína nacional, atrás somente da China, com participação de 45,6%.
Em números, as exportações aos EUA geraram faturamento US$ 589 milhões nos primeiros três meses do ano, um forte avanço de 61% sobre o resultado registrado em igual intervalo de 2025.
Considerando apenas os dados de março/26, as vendas de carne bovina in natura ao mercado dos EUA atingiram US$ 209,6 milhões, com aumento de 20,7% sobre a receita obtida em março/25. No mês passado, a participação do mercado norte-americano nos embarques totais subiu para 15,4%, ante 43,7% da China.

Chile na terceira posição
No primeiro trimestre de 2026, as exportações do produto in natura ao mercado chileno somaram US$ 223 milhões, um aumento de 37,6% sobre o faturamento do mesmo período de 2025.
No período, o Chile ocupou a terceira posição no ranking dos maiores compradores da proteína brasileira (em faturamento), com participação de 5,6%, à frente do México (2,6%), Egito (2,4%), Rússia (3,3%), Emirados Árabes Unidos (2,2%), Arábia Saudita-Israel (ambos com 2% de participação), Filipinas-Holanda (ambos com 1,9%), Uruguai (1,6%) e Hong Kong (1,4%), entre outros.








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