MT: pecuaristas retêm mais fêmeas e elevam abates de machos no 1º tri/26
Vacas e novilhas responderam por 50,98% dos abates nos primeiros 3 meses do ano, ante a participação de 54,78 porcento em igual período de 2025, destaca o Imea
Os abates de bovinos em Mato Grosso alcançaram 1,83 milhão de cabeças no primeiro trimestre de 2026, um acréscimo de 6,70% frente ao resultado obtido no mesmo período de 2025, informa o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea). Trata-se de um recorde histórico para o período, destaca o instituto.
“Esse movimento foi impulsionado pelo maior envio de machos aos frigoríficos, que também registraram recorde para o período, totalizando 899,29 mil cabeças, alta de 15,66% sobre o primeiro trimestre do ano passado”, detalha o Imea.
Em contrapartida, os abates de fêmeas somaram 935,25 mil cabeças, com recuo de 0,70% no mesmo comparativo.
Na composição do abate, diz o Imea, já é observado uma redução na participação de fêmeas, um reflexo direto da mudança do ciclo pecuário no Brasil.

Pelos dados do Imea, as fêmeas responderam por 50,98% dos abates totais no primeiro trimestre deste ano, ante a participação de 54,78% observada em igual período de 2025.
Por sua vez, os machos avançaram de 45,22%, no primeiro trimestre do ano passado, para 49,02%, nos três primeiros meses de 2026.
“Mesmo com o recorde de abates, o avanço dos machos e a retração das fêmeas sinalizam mudança na composição, reforçando a tendência de retenção de fêmeas ao longo do ano”, destaca o Imea.








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