Oferta ampla pressiona cotações e mantém milho em queda no Brasil e no exterior
Demanda enfraquecida, projeções de produção elevada e maior flexibilidade nas negociações seguem pesando sobre o mercado, segundo dados do Cepea, USDA e Conab
Levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostra que os preços do milho seguem em queda.
No Brasil, pesquisadores explicam que a pressão vem da demanda enfraquecida, das boas perspectivas quanto à produção interna e da flexibilidade de produtores nas negociações
No mercado externo, as previsões de ampla oferta mundial, sobretudo nos Estados Unidos, influenciaram as baixas.
Conforme relatório divulgado na última semana pelo USDA, a safra mundial 2025/26 está estimada em 1,29 bilhão de toneladas, acima das 1,28 bilhão de toneladas indicadas em dezembro/25 e das 1,23 bilhão de toneladas registradas na temporada anterior, refletindo o avanço nas produções dos Estados Unidos e da China.
Já as estimativas nacionais, divulgadas pela Conab também na semana passada, apontam a temporada 2025/26 (considerando-se primeira, segunda e terceira safras) em 138,86 milhões de toneladas, volume 1,5% menor que na anterior, mas ainda considerado alto por agentes.









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