Boi-China sobe e rompe a barreira dos R$ 350/@ em SP, destaca Scot
Boi gordo direcionado ao mercado interno paulista está cotado em R$ 350/@, enquanto o “boi-China” subiu para R$ 353/@, aponta a consultoria paulista
Nesta terça-feira (24/3), as cotações do boi gordo sem padrão-exportação e do “boi-China” subiram R$ 3/@ na praça de São Paulo, segundo apuração da Scot Consultoria, que acompanha diariamente os negócios em mais de 30 regiões do País.
“O fator que sustenta a alta é a oferta enxuta de animais para abate e uma ponta vendedora que não tem aceitado negociar abaixo da referência”, relatam os analistas da Scot.
As exportações brasileiras de carne bovina in natura também contribuem para a sustentação dos preços da arroba, apesar da redução no ritmo dos embarques, acrescenta a consultoria.
Com as oscilações de hoje, o boi gordo direcionado ao mercado interno paulista está cotado em R$ 350/@, enquanto o “boi-China” subiu para R$ 353/@, destaca a Scot..
Segundo levantamento semanal realizado pela Agrifatto, atualmente, os frigoríficos brasileiros operam com escalas de abate bastante curta, o que contribui para a tendência de alta do boi gordo.
Neste momento, relata a consultoria, as programações das indústrias giram em torno de 6 dias úteis, na média nacional. “No curto prazo, segue a expectativa de continuidade da valorização da arroba”, prevê a Agrifatto.
Porém, dizem os analistas da consultoria, o quadro de preços firmes do boi gordo pode mudar a partir do segundo trimestre.

“A redução das chuvas tende a prejudicar as pastagens, diminuir a retenção de animais pelos pecuaristas e aumentar a oferta no mercado”, acredita a Agrifatto.
Futuros sobem
No mercado futuro, os contratos do boi gordo registraram desempenho positivo no pregão de segunda-feira (23/3), marcando o segundo avanço consecutivo.
O principal destaque ficou para o papel com vencimento em maio/26, que encerrou a sessão cotado a R$ 357,80/@, com alta de 1,39% em relação ao fechamento anterior.








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