Boi gordo sobe em 8 das 17 praças monitoradas pela Agrifatto
Nesta terça-feira (17/3), as cotações do macho terminado avançaram em AL, GO, MA, MG, MS, MT, PA e TO, apurou a consultoria; em SP, arroba fica estável.
Nesta terça-feira (17/3), o preço do boi gordo permaneceu em R$ 350/@ em São Paulo (no prazo), mas subiu em 8 praças das 17 monitoradas diariamente pela Agrifatto: AL, GO, MA, MG, MS, MT, PA e TO. Nas demais regiões (AC, BA, ES, PR, RJ, RO, RS e SC), as cotações ficaram estáveis.
“O cenário segue marcado por oferta limitada, escalas curtas e um ambiente externo que recomenda cautela nas negociações”, reforçam os analistas da Agrifatto..
Pelos dados apurados pela Scot Consultoria, no mercado paulista, o boi gordo sem padrão-exportação segue cotado em R$ 347/@, enquanto o “boi-China”, a vaca gorda e a novilha terminada são vendidas por R$ 350/@, R$ 322/@ e R$ 335/@, respectivamente (valores brutos, no prazo).
Embate entre vendedores e compradores
Favorecidos pelas boas condições das pastagens, os pecuaristas brasileiros seguem pouco pressionados a negociar, não aceitam preços inferiores aos da tabela e, assim, liberam os animais de forma gradual.
“Diante desse cenário, o volume de negócios segue insuficiente para alongar as escalas de abate dos frigoríficos além de seis dias”, observa a Agrifatto, que contabilizou queda de 1 dia útil nas programações das indústrias.
Assim, continua a consultoria, a pressão baixista imposta pelos frigoríficos esbarra na postura mais firme dos pecuaristas, mantendo o mercado travado e a arroba sustentada.

Futuros sobem
Na bolsa de mercadoria B3, os contratos futuro do boi gordo subiram no pregão de segunda-feira (16/2). O papel com vencimento em maio/26, por exemplo, encerrou o pregão cotado a R$ 344,95/@, com valorização de 0,88% frente aos R$ 341,95/@ do fechamento anterior.
Bezerro mato-grossense
Na 1ª quinzena de mar/26, o indicador registrou valorização de 4,39% frente ao mesmo período de fevereiro/26, fechando o período valendo, em média, a R$ 3.203,00/cabeça (R$ 15,25/kg), segundo informações do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária.
“Esse movimento do bezerro indica que a demanda pela categoria permanece firme, favorecida pelas boas condições das pastagens no Estado em decorrência do período chuvoso”, observa o Imea.








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