Saúde intestinal ganha peso nas granjas
Outro ponto de atenção é o equilíbrio da microbiota intestinal
O controle sanitário na avicultura depende de atenção integrada à alimentação, ao ambiente e à saúde intestinal das aves. A presença de Salmonella nas granjas pode estar ligada a falhas de rotina, como caminhões de ração mal higienizados, excesso de umidade na cama e desequilíbrios na microbiota intestinal.
Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, a bactéria está entre as principais causas de condenação de carcaças no país. Além do risco sanitário, a multiplicação de microrganismos com potencial patogênico pode afetar o desempenho produtivo e gerar impactos na comercialização internacional do produto final, conforme avaliação da médica-veterinária Mariana Rosetti, coordenadora de produtos da MCassab Nutrição e Saúde Animal.
Nesse contexto, falhas na limpeza, desinfecção e manejo favorecem a multiplicação de bactérias no ambiente. Já a ração pode se tornar uma via de transmissão quando matérias-primas e equipamentos não recebem os cuidados necessários, aumentando a pressão de infecção sobre os animais.

Outro ponto de atenção é o equilíbrio da microbiota intestinal. Um intestino saudável auxilia na digestão, na absorção de nutrientes e na proteção contra patógenos. Quando esse equilíbrio é afetado, as aves ficam mais vulneráveis à multiplicação bacteriana.
Para reduzir esses riscos, soluções de suporte intestinal e controle da carga microbiana atuam de forma preventiva. O ProPhorce PH101, desenvolvido pela Perstorp e disponível no país com a MCassab, combina ácidos orgânicos e óleo essencial para atuar na ração e no trato digestório das aves.











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