Oferta pressiona mercado de milho

O mercado catarinense de milho segue sem reação neste início de 2026

Oferta pressiona mercado de milho
Ilustrativa

No mercado de milho do Rio Grande do Sul, a maior oferta pressiona preços e mantém mercado defensivo, segundo informações da TF Agroeconômica. “O preço médio estadual apresentou recuo de 1,40% na semana, passando de R$ 62,27 para R$ 61,40/saca, segundo dados da Emater, movimento associado ao aumento da oferta disponível e à falta de uma demanda mais ativa no mercado spot”, comenta.

O mercado catarinense de milho segue sem reação neste início de 2026. “As indicações de venda continuam próximas de R$ 80,00/saca, enquanto os compradores permanecem ao redor de R$ 70,00/saca, mantendo o impasse e a liquidez bastante limitada no mercado spot. No Planalto Norte, os poucos negócios registrados ocorrem entre R$ 71,00 e R$ 75,00/saca, sem mudança relevante no comportamento regional”, completa.

O mercado paranaense de milho continua operando em ritmo lento, refletindo o desalinhamento entre as pedidas dos produtores e as ofertas das indústrias, em um ambiente de atividade sazonalmente reduzida. “As indicações de venda seguem próximas de R$ 75,00/saca, enquanto os compradores permanecem ao redor de R$ 70,00/saca CIF, prolongando o impasse e mantendo a liquidez baixa no mercado spot, com negócios pontuais e sem força para alterar o cenário geral”, informa.

O mercado sul-mato-grossense de milho voltou a operar sob pressão. “Os preços passaram a oscilar entre R$ 54,00 e R$ 56,00/saca, em um ambiente ainda marcado por cautela e negociações pontuais no mercado spot. Maracaju concentrou a maior desvalorização no período, enquanto Chapadão do Sul registrou o ajuste mais moderado, evidenciando diferenças regionais na intensidade da pressão, sem reflexos positivos sobre a liquidez”, conclui.