Rio Brasil Terminal recebe portêineres para navios de 24 mil TEUs

Dois novos STS elevam para sete os equipamentos do terminal; expansão inclui complexo logístico de 171 mil m²

Rio Brasil Terminal recebe portêineres para navios de 24 mil TEUs
ilustrativa

Foto: Divulgação

A Rio Brasil Terminal (RBT) ampliou sua capacidade operacional no Porto do Rio de Janeiro com a entrada de dois novos portêineres STS (Ship-to-Shore), elevando de cinco para sete o número desses equipamentos no terminal. Os novos guindastes têm capacidade para operar navios de até 24 mil TEUs.

A ampliação faz parte do plano de expansão da companhia e ocorre juntamente com o avanço das obras de integração dos pátios do terminal concedido, previstas no Termo de Risco de Investimento (TRI) assinado com o Ministério de Portos e Aeroportos em novembro de 2025.

Atualmente, a RBT dispõe de 800 metros lineares de cais no Terminal 1, com calado homologado para receber navios de até 15,3 metros.

Novo complexo terá 171 mil m²

A expansão inclui ainda o início da implantação do Centro de Logística, Operações Industriais e Portuárias (CLIP), no Caju. O empreendimento da ICTSI, controladora da Rio Brasil Terminal, ocupará uma área de 171 mil m² e ampliará a atuação do grupo nos segmentos offshore e industrial no Rio de Janeiro.

Segundo a companhia, as operações de logística, movimentação e armazenagem nos pátios e armazéns não alfandegados já receberam as autorizações necessárias e contam com licenciamento ambiental. A nova estrutura terá áreas de pátio, berço para operações multipropósito, conexão ferroviária e instalações industriais destinadas aos segmentos naval e de óleo e gás.

Terminal amplia conexões multimodais

O plano também contempla o desenvolvimento do Rio Connecta+, plataforma criada para integrar o Porto do Rio a terminais multimodais e às malhas ferroviária e rodoviária.

A rede reúne atualmente operações em Floriano (RJ), Suzano (SP), São José dos Campos (SP) e Pouso Alegre (MG), buscando ampliar a conexão do terminal com polos industriais, mercados consumidores e regiões produtoras, incluindo o Centro-Oeste.

A estratégia combina transporte marítimo, ferroviário e rodoviário e faz parte do plano da RBT e da ICTSI para ampliar a participação do terminal na movimentação de diferentes perfis de carga.

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