Boi gordo entra na última semana de setembro com arroba firme
Indicador CEPEA/ESALQ acumula alta de 4,18% no mês, enquanto preços seguem sustentados na maioria das regiões. Ouça a análise do Bom Dia do Boi CEPEA desta segunda-feira (28/9).
Confira a íntegra da edição desta segunda-feira (28/9) do Bom Dia do Boi CEPEA:
Boi gordo inicia semana com preços firmes na maioria das regiões
O mercado do boi gordo entra na última semana de setembro com preços firmes na maior parte das regiões acompanhadas pelo CEPEA. Na sexta-feira (25/9), a liquidez foi baixa, em parte porque alguns compradores já haviam realizado suas aquisições na quinta-feira, e a maioria dos negócios ocorreu nos mesmos patamares dos dias anteriores.
Em Cuiabá (MT), porém, a baixa disponibilidade de bovinos prontos para abate abriu espaço para um reajuste pontual de R$ 5/@. As negociações ficaram entre R$ 325 e R$ 330/@, com alguns lotes alcançando R$ 335/@.
Em São Paulo, mesmo com o menor ritmo de negócios, a arroba permaneceu firme entre R$ 355 e R$ 360. O Indicador do Boi Gordo CEPEA/ESALQ encerrou a sexta-feira com média de R$ 358,80/@ à vista, acumulando valorização de 1,7% na semana e 4,18% em setembro.
As escalas de abate ficaram, em geral, entre quatro e sete dias. Em alguns frigoríficos de maior porte, porém, chegaram a variar entre dez e 15 dias.
No comparativo semanal, a maioria das 28 regiões monitoradas pelo CEPEA apresentou estabilidade nos preços. Entre as principais praças com valorização, destacaram-se Norte de Goiás (+2,67%), Sorriso (MT) (+2,28%) e Rondônia (+2,25%).
Com esse cenário, o mercado inicia a última semana de setembro tendo como referência preços firmes na maior parte das regiões, após a valorização observada ao longo do mês.

Carne bovina mantém preços firmes no atacado
No mercado atacadista da Grande São Paulo, os preços da carne bovina também permaneceram firmes na sexta-feira.
A carcaça casada de boi, composta pelo conjunto do traseiro, dianteiro e ponta de agulha, registrou média de R$ 24,58/kg à vista, acumulando alta de 1,3% na comparação semanal.














